6 de abril de 2010

Febre

Foi e achei que tinha ido. A transição do que vai e fica é mesmo indefinível em espaços temporais tradicionais. Tantos marcos, concretos ou imperceptíveis no próprio momento. Quando o ano “acabou”, lutos, despedidas e nascimentos já se faziam no percurso... mas meu ano não, não havia mudado, mesmo com todo aquele mar e eu ali nem sabia. E foi dia desses, em momentos de deriva e de bobeira, no fim das águas de março, que pulei as tais sete ondas numa meia noite daquelas.